- AGORA SÃO DOIS ENCONTROS!
PRÓXIMO ENCONTRO NA ESTAÇÃO.
Dia 08.11.2009
Domingo
Horário : 10:00h
Rua Profº. José de Souza Herdy,994
Bairro 25 de Agosto
( Rua da UNIGRANRIO / AFE )
Tels. p/ informação:
Carlos Vargas : Cel. 8608-0950
PRÓXIMO ENCONTRO ITINERANTE
Dia :
Horário: 19:30h
Tels. p/ informação:
Carlos Vargas : Cel. 8608-0950
Ricardo Ferreira: Cel. 9456-2566
Erivaldo: Cel. 8266-6633
Sempre em algum lugar de Caxias, na casa de alguém que se mostre interessado de aprender de Jesus. Se você deseja é só nos convidar.Nos reuniremos para um momento de estudo, bate papo, relacionamento.
NOSSO CHURRASCO NO DIA 06.12.2009
Você da nossa comunidade no orkut, e os manos de outras estações são nossos convidados a estarem conosco para esta confraternização de final de ano.VENHA!Pedimos apenas a sua colaboração com R$ 10,00 e sua confirmação até o dia 30.11.2009 ou por recado ou pelo meu email calberto_vargas@uol.com.br ou ainda no cel.8608-0950. Que tal vamos nos conhecer realmente,rsss.Até lá.
P.S. O endereço é o mesmo já colocado acima.
O propósito do "Caminho" como lugar de reuniões, não é viver para sua própria manutenção institucional, mas ser uma Estação de bom ânimo no Caminhar de Fé dos discípulos de Jesus, afim de que recebam Ministração da Palavra de Deus, e ganhem convicção inabalável de que o Amor de Deus permanece Incondicional, que o caminho de volta está aberto, que há perdão disponível, visto que o Pai nos recebe em festa; que se pode ser achado, que se pode reviver para Deus como uma nova criatura; para aí então, ser devolvido a terra e misturado ao mundo, para ser SAL e LUZ!
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terça-feira, 20 de março de 2007
Discípulos que sonham! e Como o Caminho do Evangelho virou Cristianismo
Por Denis Santos
Não é novidade alguma que a maioria das pessoas que se aproximam de uma igreja evangélica nesta geração, ou mesmo, muitos dos que se encontram nela há décadas, imaginem que Jesus fundou o Cristianismo, tal como hoje se observa, e que por esta razão, Ele, Jesus, avaliza todas as posturas, todas as atitudes de seus líderes e todos os projetos da comunidade, apenas porque é realizado em seu nome!
Também não é novidade o fato de haver tantas pessoas do lado de fora que jamais se aproximam, porque vêem as instituições cristãs evangélicas em pé de igualdade em relação a qualquer outra forma de religiosidade existente na sociedade humana!
Por ser filho de pastor e por ter tido uma mãezinha que foi o maior exemplo de amor por Jesus, com o qual convivi em toda minha vida (ambos já “colhidos” com amor, pelo Pai), tendo sido, portanto, criado em lar evangélico, desde o nascimento, não me sinto em nada constrangido em reconhecer que a igreja hodierna preferiu o caminho do poder institucional, da prosperidade empresarial e do entretenimento coletivo, ao invés dos caminhos da simplicidade e amor, ensinados por Jesus e demonstrado nos Evangelhos!
Não foi uma instituição que Jesus fundou (o Imperador Constantino o fez, quase 400 anos depois). Nem sequer sugeriu oficializar um título ao seu grupo de discípulos! Por isso, o costumeiro apego e reverencia na escolha dos títulos denominacionais jamais serão preocupações de Jesus. Nunca desejou que sua igreja se transformasse numa “religião” em permanente disputa de espaço com as demais religiões da terra! É vaidade demais para ser o sonho do Altíssimo!
O que Jesus esperava (embora de antemão soubesse no que se transformaria a “igreja” desta geração, assim como também sabia, antes da fundação do mundo, quantos desvios seriam apontados como realidade nos caminhos da “Nação Santa”), é que seus discípulos vivessem uma vida de fé no caminho da vida, absolutamente tomados de amor pelo Pai, com inequívocas demonstrações de amor pela humanidade, o próximo (para aqueles que preferem sempre analisar as coisas com os olhos da religiosidade, lembrem-se: A verdadeira religião, pura e imaculada é esta!).
Eu ainda sonho em ver uma geração de discípulos assim, que lêem a Palavra de fato, que se deixam impregnar por ela, que a usam para avaliarem-se a si mesmos e não ao próximo. Discípulos que não aceitam passivamente qualquer coisa ensinada nos púlpitos se forem diferente do exemplo de Jesus de Nazaré, ainda que seja sob o pretexto da submissão a autoridade religiosa! Porque de que adianta obedecer antes ao homem, que a Deus? Sonho em ver uma geração de discípulos que observam como foi que Jesus, os apóstolos e os profetas vivenciaram a submissão as autoridades, pois não foram subservientes, mesmo quando tais autoridades se assentavam na cadeira de Moisés (Mt. 23), diferentemente da igreja evangélica dos nossos dias que não se constrange em aceitar, sem ponderar, os ensinos questionáveis dos “apóstolos modernos” (ou dos Paipóstolos - título este que nem consta nas Escrituras pelo simples fato de ser vaidoso e ridículo demais)!
Sonho com uma geração que compreende que se “uma” vida vale mais do que o mundo todo, dedicar-se em amor na vida, pelas pessoas, é mais digno do que viver uma vida mascarada pela freqüência nos “templos”! Porque o “culto” é menor que a vida e um pequeno período de cuidado fraternal é mais santo do que toda a vida cuidando das coisas que concernem as paredes dos prédios que aprendemos a chamar de templo! No Reino de Deus, um pequeno necessitado, vale mais do que todo o patrimônio arrecadado por todas as denominações em toda a história!
Sonho com uma geração de discípulos que não ceda a tentação de dar dízimos e ofertas por obrigatoriedade, mas por amor... não por negócio ou interesse nas vantagens que os pregadores prometem, mas em reconhecimento de que a causa é do Pai, felizes com o simples fato de serem agraciados com a salvação em Cristo! Sonho com uma geração que sabe reconhecer, conforme Mateus 5:23 e 24, que um simples gesto de fraternidade e amor, vale mais do que qualquer quantia dada sob a forma de dízimos ou ofertas nos altares de pedra!
Sonho também, com uma geração de discípulos que sonha os sonhos do nosso Senhor e Mestre e que, ainda que com lágrimas, semeiam as sementes da esperança, indiscriminadamente, neste campo fértil que é a vida!
Abaixo, transcrevo de forma abreviada, um texto extraído do site www.caiofabio.com (onde se pode ler a íntegra) que tem muito a ver com o que escrevi acima:
“Como o Caminho do Evangelho virou Cristianismo”
Pastor Caio Fábio D’Araújo Filho - Caminho da Graça
O que será que Jesus tinha em mente quando disse aos seus discípulos que permanecessem em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder? Esperava Ele que após o derramar do Espírito eles ficassem em Jerusalém? Que ali fizessem uma base? Que ficassem e tentassem converter o judaísmo à fé de Jesus? Que buscassem tornar fariseus em discípulos fariseus? E fazer sacerdotes saduceus (a classe sacerdotal) tornarem-se discípulos sacerdotes? Será que Ele desejava que toda e qualquer expressão dos novos discípulos, de outros lugares, tivesse que ter o carimbo de autenticação feito no cartório de Jerusalém?
Ora, a ordem de Jesus era para que se pregasse também em Jerusalém, mas que de lá fossem pela judéia, Samaria e até aos confins da terra. Eles, todavia, ficaram, ficaram, e ficaram em Jerusalém. E de lá só começaram a sair quando da perseguição de Estevão, tempos depois. E logo retornaram; e, logo, lá se restabeleceram, a ponto de Tiago se orgulhar, dizendo a Paulo: “Vê, irmão, quantos milhares de milhares há entre nós que crêem, e são todos zelosos da lei”.
O que para Tiago era uma alegria e uma vitória da fé, para Paulo, era, todavia, uma derrocada. É insistente a rejeição de Paulo com relação ao papel cartorial que a igreja de Jerusalém evocava para si mesma.
Esta é uma demonstração simples de como o poder do Espírito (“permanecei na cidade até que do alto sejais revestidos de poder”), pode, rapidamente, se transformar em poder político-religioso, mesmo que o argumento seja tão supostamente nobre quanto dizer: “É para regular a fé”.
Eu comecei fazendo a seguinte pergunta: O que será que Jesus tinha em mente quando disse aos seus discípulos que permanecessem em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder? Na minha opinião, Ele esperava que tudo quanto Ele havia dito antes acerca de como se deveria proceder, de cidade em cidade, fosse, agora, vivido como uma ação continua, num fluxo ininterrupto, num vai e vem constante, e como um poder que nunca tivesse um trono, nem uma cidade santa, nem um vaticano, nem um centro de poder. Tudo o que Jesus queria era que os discípulos continuassem discípulos, e que os apóstolos fossem os servos de todos; sem haver nem alguém maior, e, muito menos, um lugar mais santo.
Jesus esperava que o poder do Espírito os fizesse sair em desassombro pelo mundo, pregando a Palavra da Boa Nova, ensinando singelamente os discípulos a serem de Jesus em suas próprias casas e culturas. Desse modo, se teria sempre um movimento hebreu, crescente, progressivo, livre, levado pelo vento, guiado pelo Espírito, e complemente semelhante ao que eles haviam vivido com Jesus durante o Caminho, naqueles três anos de estrada que construíram o Evangelho ao ar livre, nas praias da Galileia, nos desertos da judéia, nas passagens por Samaria, nas terras de Decápolis, e “nas regiões onde os cachorrinhos, debaixo da mesa, aguardavam as migalhas que poderiam saciar a fome de toda a terra” (Mc. 7).
Alguém diria que tal projeto não seria possível, visto que ninguém consegue viver sem um centro de poder. Entretanto, parece que ainda não se discerniu que o convite de Jesus é contrario a toda lógica de poder, e não propõe nada que não seja “Hoje”, e que não obriga a ninguém a pavimentar o futuro de Deus na Terra mediante a construção de algo duradouro. Para Jesus, duradouro era justamente aquilo que não se poderia pegar, nem fixar, nem pontuar.
Ele esperava que os discípulos fossem como o Mestre, e que aqueles anos de Caminho não ficassem cristalizados nas páginas dos registros dos evangelhos, mas que se tornassem um modo de ser de seus discípulos. Jesus não era pragmático. Se o fosse, teria logo se mudado para Roma, ou teria aceitado o convite dos gregos, conforme João 12. Se Jesus fosse pragmático jamais teríamos o Evangelho. Isso porque o Evangelho propõe o “Caminho Inviável”, e que só se faz possível quando os homens são capazes de esquecer todas as suas formas de controle e poder. E o convite para que se morra a fim de que se tenha vida, é também valido para a igreja, que, ao contrário do discípulo, quer mandar na vida, e controlar os homens e o mundo.
O que Jesus queria era uma multidão de seres-sal-e-luz se espalhando pela terra, e, se diluindo em sabores e luzes que só seriam sentidas, mas não pontuadas, jamais se tornando uma Salina ou uma Usina de luz cristã, a serem visitadas pelos curiosos. O reino é como o fermento escondido, que pervade toda a massa da humanidade, sem ninguém saber como e, sem que ninguém possa dar gloria a mais ninguém, se não ao Pai que está nos céus. Aliás, a proposta de Jesus é tão pouco pragmática, que a “vontade de aparecer” não pode resisti-la. O sal, por exemplo, foi usado por Jesus como metáfora desse desaparecimento da igreja na terra. Tudo ao que Ele associa a metáfora do sal é ao sabor, e nada mais. O sal tem que ter sabor, se não já não presta para nada. E para que o sal salgue e dê sabor, de fato, tem que se dissolver nos elementos que recebem o seu benefício. O sal só salga quando morre como sal visível e se torna apenas gosto, presença, realidade, inescusável benefício, embora ninguém possa dizer onde ele está, podendo apenas dizer: ele está na panela!
Já a Luz do mundo, deveria ser a ação contínua da bondade e da misericórdia, de modo completamente discreto, porém pleno de efetividade; de tal modo que os “de fora” é que, ao receberem os benefícios da luz, discirnam-na como boas obras, e, assim, eles mesmos, agradeçam a Deus pelos filhos da misericórdia que Ele espalhou pela terra. O que Jesus propôs como simplicidade total, entretanto, logo deu lugar às complexidades regimentais e aos centros de poder.
O que estou dizendo? Que nada valeu a pena? Não é o que digo! O que estou dizendo é que cada nova geração os discípulos de Jesus têm, outra vez, a chance de viver o Evangelho, simples, puro, leve e livre!
E não nos reuniremos mais? — é a pergunta angustiada de alguns. É claro que nos reuniremos sempre! Mas tais encontros não visariam centralizar as forças e organizar as ações de poder, mas apenas renovar as alegrias da fé e da esperança, fortalecer o amor, e devolver as pessoas à vida com a simplicidade do sal e da luz.
Eu sei que pareço louco para alguns. Conheço os mecanismos de poder dos quais a “igreja” se alimenta. E também sei que apenas um punhado mínimo de pessoas tem a coragem que o Evangelho do reino demanda. Quem tiver, no entanto, esse conhecerá o significado de ser discípulo de Jesus neste mundo.
Minha esperança é que pelo menos alguns poucos entendam e creiam!
quinta-feira, 15 de março de 2007
HOSPITAL QUE CUIDA DE CRIANÇAS COM AIDS NECESSITA DE DOAÇÕES DE ALIMENTOS
Ao ler o texto abaixo, fiquei com o desejo de ajudar , pois o Hospital fica bem perto do meu trabalho, porém na reunião de Domingo resolvi falar com os que lá estavam e todos foram unânimes no desejo de participar, por isso gostaria que ao ler ao texto e também quiser participar, você tome a seguinte iniciativa, dizendo sim se assim for a sua vontade, sugerir como devemos operacionalizar a logistica do recolhimento e entrega.Quero acrescentar, que hoje conversei com a Ana Maria que lá trabalha e que me disse que são 200 crianças assistidas aproximadamente, e também dizer do fundo do meu coração, que esta iniciativa não tem nem de longe objetivos estratégicos de evangelização como gancho, mas a ajuda pela ajuda, tudo conforme o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, de amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, o que creio resultar em que a palavra na prática do amor " não voltará vazia " .
As crianças com AIDS em tratamento contínuo do Hospital Gafrée e Guinle estão precisando de doações de alimentos infantis, como creme de arroz, creme de milho, cremogema, e principalmente, leite em pó, leite integral ou do tipo Nan ou Nestogeno.
As doações podem ser entregues no próprio hospital, que fica na Rua Mariz e Barros
775, na Tijuca, Rio de Janeiro. Falar com Ana Maria, de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h na pediatria.Ou ainda entregar em nossas reuniões os alimentos infantis que levaremos até lá.
A Sociedade dos Amigos da Pediatria do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, organização que tem o objetivo de dar assistência às crianças atendidas neste hospital, é responsável por esta campanha e garante que todas as doações recebidas são aplicadas integralmente em benefício das crianças assistidas.
No último ano foram distribuídas 25 mil latas de leite e duas mil cestas básicas. Quem quiser contribuir, além de doar alimentos infantis, pode depositar o valor desejado na conta 41418-2 do Banco do Brasil, Agência Bandeira 0093-0.
Para mais informações, ligar para os telefones 2569-1620 (hospital) ou 2569-3460 (Ana Maria.
quarta-feira, 7 de março de 2007
SEM BARGANHAS COM O "SEM BARGANHAS COM DEUS"
quinta-feira, 1 de março de 2007
PELO AMOR DE JESUS ME OUÇA SÓ MAIS ESTA VEZ!
Irmãos no Evangelho da Graça e na Esperança da Salvação Eterna: Graça, Paz e Perseverança!
Sendo amazonense e filho de um pai de alma selvátiva e amante da natureza desde sempre; e, além disso, tendo crescido com meu pai na natureza mais exuberante do planeta Terra, a Amazônia; e sido adolescente na época em que se criaram os termos “ecologia” e “explosão demográfica”; bem como tendo tido forte influencia do chamado movimento “Hippie”, o qual tinha uma dimensão “profética” em relação ao “meio ambiente” e à preservação da Natureza (ou seja: da Criação) — ao me converter ao Evangelho em 1973, o tema da preservação da criação já me era totalmente absorvido como valor essencial.
Logo que me converti comecei a ser chamado para falar sobre Evangelho e Ecologia; e isto ainda em Manaus. Foi nesse mesmo período, aí pelo ano de 1975, com apenas dois anos de fé, que me chegou às mãos um livro de Francis Schaeffer intitulado “Poluição e a Morte do Homem”.
No livro Schaeffer advertia que se os cristãos não abrissem os olhos para o tema da Ecologia, perderiam o “direito de primogenitura” em relação a serem voz de Deus na Terra nas décadas ainda adiante de nós.
Foi em razão daquele livro que comecei a pesquisar o tema mais a fundo e fui ficando aflito com o destino do mundo. Pois, o que eu já encontrava à época, me assustava deveras como filho de Adão, resgatado pelo 2º Adão, Jesus, no chão deste mundo.
Ora, se já me preocupava com o assunto, passei a estar muito mais antenado a ele.
Assim, não só incluía o tema no que pregava (por exemplo: mostrando as implicações da Ressurreição no Corpo Físico de Jesus na questão ecológica) — como também o fiz presente em livros que escrevi, como “Novos Líderes Para Uma Nova Realidade” (1985-86), “Um Projeto de Espiritualidade Integral” (1987); e outros vários, como no livro “Avivamento Integral” (1993-94). Isso tudo além de me envolver em muitos debates na mídia acerca do tema.
Entretanto, do início do site www.caiofabio.com em diante, esses temas e preocupações passaram a ser recorrentes. Prova disso é a quantidade de material que no site existe sobre a questão.
Nos últimos dois anos, entretanto, tudo isto se transformou de “tema” em fato esmagador ante meus sentidos de natureza profético-científicos. Hoje, somente os absolutamente alienados podem dizer que se trata de algo de somenos importância.
E nós ainda nem mesmo estamos sendo dramaticamente atingidos pelo que se anuncia como catástrofe certa no Planeta.
De fato, estamos experimentando as primeiras e leves contrações que aparecem no útero da Terra!
As “Dores” ainda se tornarão esmagadoramente percebidas por todos. Afinal, o diabo, cega o entendimento os incrédulos para não darem crédito à verdade até que já não haja mais volta ou cura...
Alguns cristãos, ao lerem o que tenho escrito ou ouvindo o que tenho falado, pensam que esse não é um tema de fato essencial.
Sim! Porque um dos ardis do diabo tem sido converter a “igreja” num “Cassino de Prosperidade” ou numa “Las Vegas de Promessas Mentirosas”; e que produz fantasias de temas supostamente de salvação.
Conforme Jesus disse, quando esse tempo chegasse, os homens estariam cada vez mais alienados e descrentes — incluindo os chamados “eleitos”.
Sim! Ele disse que quase todos estariam apenas preocupados em “casarem-se e darem-se em casamento”. Estariam apenas concentrados nos aspectos pequenos e tolos da existência, quando comparados com o tamanho das catástrofes que estão logo ali na esquina do Universo.
“Até o dia em que Noé entrar na arca”... e a porta de fechar!
Os sinais da calamidade que precedem à volta do Senhor estão gritando aos nossos sentidos, mas poucos parecem dar ouvidos; e, os que ouvem alguma coisa, não sentem que é sua responsabilidade fazer o bem que Jesus disse que o Senhor espera ver Seus filhos fazendo ante a catástrofe (Mt 24-25).
“Quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na Terra?” — indagou Jesus acerca desta hora.
Os melhores entre nós ainda vivem apenas para as pequeninas coisas e causas; e, a maioria deles existe apenas para lamentar e nada fazer. E mais: seus sofrimentos não são os dos profetas, mas os dos frustrados e deprimidos.
Entretanto, celeremente aproxima-se o tempo em que surgirá a Síndrome do Pânico Universal, quando os homens “desmaiarão de terror pelo rugido dos mares e das ondas, e pela expectativa das coisas que sobrevirão à Terra”.
Os profetas já não precisam falar nada sobre as calamidades, pois, os cientistas e a ciência estão cumprindo este papel.
Todavia, há coisas que somente os profetas e o povo da esperança podem fazer neste tempo das agonias da Terra.
A primeira delas é fazerem o Evangelho puro e simples de Jesus ser ouvido em toda Terra.
E isto não está acontecendo, pois, o que cresce entre nós é o “Cassino da Prosperidade” e que se alimenta da mesma energia que destrói o mundo; e, além disso, o que se expande entre nós é a “Las Vegas da Igreja dos Néons do Engano”.
A segunda coisa a fazer seria assumir a mordomia do Planeta, com ações claras e simples de dês-indetificação com o sistema da Grande Babilônia e da Besta.
O que também não acontece, posto que as ambições da “igreja” são exatamente as mesmas do “mundo” que destrói a criação de Deus.
Os sinais do “Tempo do Fim” se tornam diários entre nós, mas parece que ninguém quer ver.
O mundo está à beira da autodestruição. Desde os sinais de natureza política nacional e mundial, com guerras, rumores de guerras, revoluções, e uma ânsia suicida sem precedentes; e passando pelos sinais de aspectos existenciais de morte dos afetos, controle global, escravização de almas humanas e manipulação — e tudo isto movido pelo poder da ganância humana de amplitude global — tudo está aí, para ser visto e percebido até por macacos, pássaros, répteis, peixes, e bactérias; menos pelos humanos.
O mundo está para explodir em fogo, gelo, calor, fumaça e enxofre! — mas ninguém, ou muito poucos, parecem dar crédito ao óbvio.
Como tenho dito repetidas vezes, ainda que parássemos de guerrear e de criar bombas de morte, ainda assim, mesmo que se decrete o tempo que Jesus e os Profetas chamaram de era da “Paz e Segurança”, em razão de usarmos formas de energia de “sufocação” (como o petróleo), o planeta entrará em colapso logo, logo.
A Terra está “entesourada para o fogo”, disse Pedro; e nós, não contentes, antecipamos tal realidade queimando, matando, dizimando e lambendo o planeta com nossas próprias fogueiras acesas pelas chamas de nossas infindáveis vaidades e cegueiras.
Hoje a leitura do Apocalipse dispensa esforços interpretativos. Os selos estão sendo abertos em velocidade assustadores; e, agora, o que nos aguarda são os “cálices e os ais”. Além disso, o sistema de controle da Besta e da Grande Babilônia está montado e em pleno funcionamento.
O que temos ainda a esperar?
Eu, de minha parte, mesmo vendo Soberania de Deus em todas as coisas, percebo também que justamente agora, quando meu coração e maturidade espiritual nunca foram tão nítidos e lúcidos em tais percepções — não possuo os meios que antes eu dispunha; posto que hoje, pelas circunstancias que acometeram minha vida pessoal, e pelo boicote dos crentes a mim em razão de tais fatos (com quase dez anos de tempo decorrido), não tenho mais tais meios ao meu alcance.
Em todas aquelas coisas tive minhas próprias responsabilidades, embora também veja que sem as perdas que sofri em razão de meus próprios pecados e equívocos da década de 90 (95 a 99), jamais estaria vendo a vida e o mundo como os vejo Hoje.
Entretanto, a ironia é que quando mais desejaria bradar ao mundo o que está a ele acontecendo, e mais vejo a necessidade de anunciar o Evangelho Eterno (o qual carrega os conteúdos originais da pregação dos apóstolos, mas também leva consigo a voz do anjo que no Apocalipse clama acerca da morte da Natureza) — nesse mesmo tempo minha voz está diminuída e os meios humanos para fazer a Proclamação já não estão à minha disposição como antes estiveram.
No entanto, mesmo sabendo que os “anti-cristos” procedem de “nosso meio”, como disse João; e mesmo sabendo que há pessoas que ainda que sem poderem negar a Palavra de Deus em minha boca, preferem calá-la — correrei o risco deliberado de ser julgado por elas; e, portanto, apesar disto, me exporei a tais riscos a fim de apelar a quem não perdeu nem o juízo e nem o discernimento.
Filhos do Evangelho que me ouvem e lêem. É com vocês que falo; e somente com vocês; e com mais ninguém!
Ouçam-me, pois, com toda atenção!
Os dias nunca foram tão maus. E logo o que hoje é apenas um surto existencial e psicológico de Síndrome do Pânico, em breve, muito breve, se transformará num fenômeno global sem precedentes; e, de fato, como disse Jesus acerca desse tempo, os homens começarão a cair mortos nas ruas e metrôs das cidades, não por falta de pão, mas em razão do medo e da total falta de esperança que sobrevirá ao mundo.
Assim, peço a você que me ajude. Sim! Porque entendo que nem todos têm a visão e o dom de explicar e bradar que Deus me deu. Entretanto, se Ele assim o fez, não será nenhum pecado de minha vida passada o que me impedirá de cumprir cabalmente o meu ministério, de completar a carreira e de guardar a fé.
Sei que tudo provém de Deus. E se Ele me deu os dons de discernimento e de anuncio do Evangelho que me deu, com ou sem ajuda dos que se dizem irmãos, mas apenas com o que tenho e posso sozinho, morrerei clamando, mesmo que como voz meio que solitária no deserto. Mas ninguém me deterá ou me intimidará.
Entretanto, se for ajudado, muitos, milhares e milhões, ainda podem ser alcançados pelo Evangelho que salva e dá esperança; bem como muito ainda pode ser feito como anuncio profético acerca desse tempo único e singular que vivemos.
Cada um nasceu na geração que o Pai determinou. E, no que me diz respeito, sei que fui feito para esse tempo e hora.
Aceito, portanto, o chamado de Deus para mim no fim dos tempos, e dele não fugirei; ao contrário, como um ser apenas consciente da Graça Eterna de nosso Deus, entregar-me-ei ao chamado que me foi feito, e a ele me darei com todas as minhas forças até o fim.
Todavia, sei que Deus ainda tem muito povo que não caiu na descrença e no cinismo. É, portanto, com tais irmãos na Verdade que falo.
Mediante este site milhares estão sendo alcançados pela Palavra do Evangelho e sido renovados em sua fé em toda parte. Mas há muito a ser feito, e que pode ser realizado, se tão somente nos unirmos.
O que peço é simples se muitos se unirem, e impossível se apenas uns poucos o fizerem.
O que peço então?
Ora, desejo ter pelo menos um ou dois anos de anuncio intenso do Evangelho nos meios de comunicação de massa.
Vejo programas de televisão que supostamente falam de Jesus gastarem dinheiro fabuloso nos horários nobres, apenas para darem uma espécie de “Cibalena Velha” ao povo; sem nenhuma visão da gravidade desses dias. E isto me mata de angustia.
Assim, interprete-me como desejar (logo estaremos todos diante da Luz e cada um saberá o que me vai no coração) — mas o que peço a você é ajuda para fazermos juntos um grande anuncio do Evangelho ao povo aqui em todo o mundo.
Aqui (digo: no Brasil), gostaria que você me ajudasse a comprarmos horários (não mais que uma hora por semana na televisão), a fim de proclamarmos o Evangelho em sua totalidade à nação brasileira; e a todos os que falam português, e que estão espalhados pela Terra.
No mundo, com todas as nossas limitações de gente pobre, peço sua ajuda para traduzir meu site inteiro para o inglês e colocá-lo disponível a todos os habitantes da Terra.
O primeiro desafio é mais caro que o segundo, embora, obviamente, o impacto local seja infinitamente mais forte. Isso nos custaria uns cem mil reais por mês.
O segundo desafio é mais barato, e nos custaria apenas uns cinco mil reais por mês.
Sei que você enfia a mão no bolso e olha para seus ganhos e suas despesas, e vê tais somas como imensas. Entretanto, não esqueça que os “exploradores” levantam milhões de dólares aqui neste país de miseráveis apenas para anunciar o engano que os locupleta cada vez mais de dinheiro, enquanto esvaziam o bolso e a alma do povo; sem falar que falsificam o Evangelho.
Portanto, eles mesmos, “os enganadores”, nos provam que movido pelo medo e pelas necessidades imediatas, o povo, mesmo os mais pobres, unidos pela desgraça e pelas falsas promessas, levantam grandes quantidades de dinheiro para fazerem aquilo que não trás vida, mas apenas engano.
Assim, sem delongas e sem justificativas (quem lê, entenda!) — peço a você que me ajude; pois, não é tempo para debates, mas para ações rápidas e urgentes!
Eu e amigos do Caminho (não falo do “Caminho da Graça”, mas do Caminho da fé em Jesus) — temos tudo pronto para começarmos logo. Mas não conseguiremos alcançar a tantos quantos poderíamos sem a sua ajuda.
Creio que o Espírito de Deus há de levantar os espíritos por Ele iluminados, a fim de que discirnam a gravidade deste apelo.
Se você entendeu e desejar ajudar, sem que mais me explique acerca de nada, apenas ajude.
Como?
1. Envolvendo-se com urgência com as verdadeiras causas do Evangelho.
2. Orando em todo o tempo no Espírito Santo; pois, é, mais do nunca, tempo de intercessão.
3. Ajudando financeiramente a fazermos a Voz do Evangelho ser ouvida mais uma vez, como num estrepitoso grito de profecia, neste país e no mundo.
Se você orar e buscar a Deus, Ele mesmo falará com você que falo a verdade e não minto.
Portanto, se Deus falar com você, peço: apenas confie que é diante Dele que estamos; e que sei que eu mesmo serei julgado por Ele (eu e todos nós), se não fizermos exatamente aquilo que da parte Dele, e em nome de Jesus, estou propondo a você.
Assim, peço que ajude também financeiramente, não se preocupando se sua ajuda fará ou não diferença; pois, na união de muitos dando o que puderem, esses “cinco pães e dois peixinhos” que você tem ainda podem alimentar milhões de seres humanos na Terra; os quais, além de morrerem por falta de pão, morrerão cada vez mais por falta de esperança.
Desse modo, peço que você contribua da seguinte forma:
Os que moram no Brasil devem enviar todos os meses sua contribuição conforme os dados abaixo descritos; seja diretamente no Banco do Brasil, ou mesmo via Internet:
“O Caminho da Graça”
Banco do Brasil S/A -
Agência 1231-9
Conta corrente: 22448-0
CNPJ: 07.338.110/0001-07
Finalidade: depósito em conta corrente.
Os residem no exterior devem procurar uma agência do Banco do Brasil e procederem seu deposito conforme os dados acima, não esquecendo que o CNPJ do “Caminho da Graça” é 07.338.110/0001-07.
Prestarei contas a Deus por tal pedido, caso não faça exatamente o que estou propondo a você!
Além disso, todos os meses prestarei contas você, aqui no site, acerca de todas as entradas financeiras!
O mais, deixo entre você e Deus!
Minha parte junto a você está feita. Entretanto, com ou sem a sua ajuda, eu irei; aliás, já fui... — e poder humano algum me deterá, em nome de Jesus!
Não precisa me escrever. Sua resposta será sua contribuição!
Quanto ao mais, me entrego Àquele que é Juiz de Vivos e de Mortos!
Que o Eterno abra o seu entendimento; pois, é somente com isto que eu de fato conto!
Nele, que nos pôs aqui para este tempo e hora,
Caio
28/02/07
Lago Norte
Brasília
Em dias do fim...
POR FAVOR, ENVIE ESTE MEU PEDIDO A TODOS OS SEUS AMIGOS E POR TODOS OS MEIOS POSSÍVEIS!
CAMINHO DA GRAÇA: "É TÃO BOM, TÃO BOM... QUE EU NÃO VOU NÃO!"
Amigos Caminhantes,
Estamos trocando cartas faz um tempo.
Nesse período, o "Caminho da Graça" foi estabelecido em Santos, a sua cidade (que não é tão grande). Todo domingo faz reuniões regulares na Estação, além dos grupos caseiros que se reúnem no meio da semana.
Porém, há muito já venho percebendo um padrão comportamental a ser desformulado entre ex-evangélicos dês-congregados que frequentam o www.caiofabio.com .
Muitos admiradores do "Caminho" nunca se tornaram freqüentadores, mesmo esporádicos. Troco emails toda hora com muita gente que nunca fez uma única visita que seja ao local de reuniões. É assim em Santos, São Paulo e em todo lugar; por motivos que só cabe a cada um discernir. Cada um é um universo particular, e a última coisa que eu estou fazendo aqui é cobrar compromissos "à antiga".
Todavia, a grosso modo, arrisco-me, com todo respeito às particularidades, a diagnosticar uma tendência de fundo psicológico importante.
Veja: Às vezes, o cansaço, a desilusão e a incredulidade auto-protegem quem prefere não ver como é para não se decepcionar. Para os tais, o "Caminho" dar em nada é só o que falta para o fatal "meu mundo caiu!". De modo, que o "Caminho da Graça" virou um referencial utópico idealizado e romântico que embala a fantasia de quem precisa que "o bem vença no final" para poder acreditar que Deus é Deus ainda! O medo de descrer é tanto, que eles nem se aproximam para que o ideal construído em suas mentes não seja ameaçado. Têm medo de chegar lá e encontrar gente como eles mesmos: cínicos, desconfiados e gélidos! Permanecem entocados na virtualidade e intocáveis na real-idade, enquanto tantos pedem ansiosos por uma Estação em suas cidades! Não sei se me fiz entender...
Mas amigos, creiam-me: Se fazer o Caminho já é bom, imagina fazê-lo no "Caminho" também!
"Qual a diferença, se é tudo tão parecido com uma igreja?" - você pode perguntar, por força das desconfianças e más memórias.
Ora, eu lhes digo, então:
a Estação pode se reunir até dentro de um tribunal que a ambiência não será de juízo, e ninguém tem autoridade para medir ninguém!
A Estação pode se reunir dentro da Prisão que o clima é de liberdade des-algemada!
Pode se reunir no Vaticano que ninguém terá contexto para virar um santo mandão e nem se farão ritos sem sentido, senão somente aqueles que aparecem carregados de informalidade e natural ocorrência, como são as coisas do Espírito!
A Estação pode se reunir dentro do Mar Morto que o espírito do lugar é de Vida, pois lá não ficamos amargando ressentidos com as perdas do passado, mas revigorando as forças para encarar o Hoje, e discerni-lo como tempo de Salvação para a alma abatida!
Enfim, a Estação pode se reunir dentro de um aquário, que haverá espaço para todos os navegantes!
"Lá!" é só um lugar... qualquer lugar... O clima, entretanto, nós que o fazemos!
E se todo lugar onde dois ou três se reúnem em Seu nome, Ele está, reunir-se em seu Nome precisa fazer do encontro aquilo que Ele mesmo é!
Se Jesus está, se parece com Ele! Senão Ele não está! E se Ele não está, tudo não passará, em nosso contexto, de encontro de insatisfeitos filósofos de esquina pró-reformistas sindicalizados! Os "protestantes" contra os Protestantes! "Cantamos e vocês não dançaram! Lamentamos e vocês não choraram!"
Não julgo ninguém, e com carinho por todos, peço que reflitam a respeito e, por fim, arrisquem-se... De novo!
Marcelo
LIVROS DO CAIO FÁBIO ( Livres p/ download ).
(demora um pouco para abrir)
Tenha uma ótima leitura!
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